HIV-1 e HIV-2?
Sintomas HIV/AIDS

HIV-1 e HIV-2? Qual Diferenças entre eles?

HIV-1 e HIV-2 ou AIDS o que é que na verdade é!

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HIV-1 e HIV-2?

Qual Diferenças entre eles?

Quando se fala em HIV e AIDS, há a impressão de que estamos discutindo apenas um único vírus.

No entanto, é importante ressaltar que existem, na verdade, múltiplas variações do HIV: o HIV-1 e o HIV-2. Saber de qual tipo se está falando é essencial para contar com o tratamento correto.

As mutações e variações do vírus HIV são os principais obstáculos no processo de tratar a doença. A comunidade médica reuniu as maiores distinções que já foram detectadas do vírus em dois grupos, denominando-os de subtipos. Esses também têm divisões menores que buscam oferecer classificações ainda mais precisas. (HIV-1 e HIV-2)

É possível que uma pessoa seja infectada pelas duas variantes, o HIV-1 e o HIV-2, ao mesmo tempo. Dessa forma, o sistema imunológico seria atingido de maneira intensa por essas duas ameaças, tornando o tratamento mais difícil. Assim, os especialistas recomendam o uso de proteção até em relações sexuais entre pessoas soropositivas.

Você sabe quais são as diferenças entre HIV-1 e HIV-2?

Veja a Seguir: (Você está lendo Diferença HIV-1 e HIV-2)

Tudo sobre o HIV-1 (HIV-1 e HIV-2)

O HIV-1 é o tipo convencional do vírus que se conhece desde a descoberta dele. Quando se espalha pelo organismo, é capaz de diminuir a força do sistema imunológico e, assim, evoluir para um quadro de AIDS. Seus métodos principais de transmissão incluem relações sexuais desprotegidas e transfusões de sangue.

Trata-se do subtipo que foi responsável pela pandemia de AIDS dos anos 1980 e trouxe à tona a preocupação com a doença e o vírus. Por ser analisado há mais tempo, são conhecidos múltiplos grupos com variações distintas do HIV-1. (HIV-1 e HIV-2)

Douglas D.

É interessante como tentam neutralizar a questão do HIV, dizendo que ter o HIV não é o mesmo que desenvolver a AIDS, como se quem não se cuida fizesse o exame toda vez que tem relações sexuais desprotegido. E ainda tem a questão de contrair. É como dizer que não tem problema de pegar HIV pois com tratamento adequado pode-se evitar a AIDS e assim ter uma vida plena e normal. Só que não! Deve-se avisar das questões legais com relação ao portador de HIV e das mudanças na vida pessoal. Não vou entrar aqui nas questões sociais e discriminatórias pois para mim quem discrimina quem tem HIV/AIDS não merece audiência e sim instrução. Fatos: O coquetel tem de três a quinze remédios diferentes, diários, a depender do avanço do HIV no sistema imunológico, variável por fatores de tempo do contágio e condição biológica da pessoa. Fato 2: Os soropositivos, tendo ou não AIDS devem comunicar a outra pessoa que terá relações que possui o HIV.

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O principal desses grupos é chamado de M e corresponde a 90% dos casos de infecção por HIV no mundo. As demais divisões costumam ser encontradas em diferentes partes do mundo e são todas tratáveis basicamente da mesma forma, com o uso dos antirretrovirais mais adequados.

Outros grupos existentes são o N e o O. Inicialmente, traziam variações que não eram detectadas pelos testes de HIV convencionais. Hoje, contamos com os instrumentos certos para identificar a presença dessas versões. Há ainda o grupo P, onde vírus com status de pendentes são inseridos quando possuem similaridades consideráveis com o HIV.

Tudo sobre o HIV-2

O HIV-2 é um subtipo do vírus que tem uma taxa de replicação mais lenta que o outro, mas ainda assim pode causar o mesmo volume de danos ao sistema imunológico e evoluir para um quadro de AIDS. O teste que detecta o HIV é capaz de apontar qual subtipo o paciente possui em caso de resultado positivo.

Até o momento, não houveram muitos diagnósticos de HIV-2 fora da África. O maior grupo de vírus desse subtipo se encontra no África Ocidental, tendo também se espalhado para Angola, Moçambique e até no Brasil. No entanto, os países daquela região africana são considerados os com o maior risco de ter HIV-2 em transmissão.

Além disso, o HIV-2 é resistente aos antirretrovirais do tipo não-nucleosídeos, que estão entre as variantes administradas no Brasil. Quem é infectado com o HIV-2 tem uma taxa de reprodução do vírus mais lenta, o que pode tornar o diagnóstico mais difícil porque os sintomas também demoram a se desenvolver.

Nem todos os medicamentos usados para tratar o HIV-1 são eficazes para combater o HIV-2. Como se trata de uma descoberta relativamente recente, ainda há muito o que se desenvolver de pesquisa científica relacionada ao HIV-2.

Evolução do vírus HIV

Os subtipos HIV-1 e HIV-2 são divisões criadas para ajudar no diagnóstico de diversas variações até então encontradas desse vírus, cuja principal característica é trazer mutações que complicam a análise. Atualmente, a comunidade médica internacional está envolvida em uma série de estudos relacionados a acompanhar a evolução natural do HIV e as novas formas que assume.

A melhor forma de ter certeza de um diagnóstico de HIV e qual o subtipo dele é realizando o teste. Como a infecção exibe sintomas que podem ser facilmente confundidos com outras doenças e logo desaparecem, o teste é a maneira mais confiável para se certificar do diagnóstico e contar com o tratamento adequado para o subtipo detectado.

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Após receber o diagnóstico da infecção por HIV/AIDS, o paciente deve marcar ou pode ser encaminhado para uma consulta com um Especialista na área de Infectologia. Estou aqui para ajudar a prolongar a vida e manter a qualidade para que sua saúde permaneça praticamente intacta.