AIDS

HIV não é sinônimo de AIDS

Eterna confunsão: HIV não é sinônimo de AIDS

HIV não é sinônimo de AIDS

HIV é uma sigla para imunodeficiência humana, que ataca principalmente as células de defesa do corpo humano, chamadas CD4, o que acaba proporcionando uma maior vulnerabilidade para contrair outros vírus, bactérias e câncer.

Detectando o HIV

Os médicos indicados para a identificação do HIV são o infectologista e o clínico geral. Os mesmos solicitam exames para detectar a presença do vírus no sangue ou na saliva, após o período de um mês do provável contágio.

O vírus passa por um período de incubação antes de apresentar os seus sintomas, infectar as células do sangue e do sistema nervoso, e alterar as células de DNA do CD4 e se replicar, acabando assim com o sistema imunológico da pessoa.

  • Teste convencional: foi o primeiro teste desenvolvido e recebe o nome de Ensaio Imunoenzimático, ou ELISA. O exame é realizado em laboratórios ou postos de saúde públicos ou privados para diagnosticar a infecção de HIV através de uma amostra de sangue colhida do paciente. O exame só terá resultado eficaz se realizado após um mês do possível contato com o vírus, ou seja, após passar o período conhecido como janela imunológica;
  • Teste rápido: é um teste de triagem, realizado por profissionais do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), que apresentam resultado no mesmo dia em que a pessoa realizou o exame;
  • Fluído oral: para a realização do teste, é retirada uma amostra de fluído da boca, principalmente das áreas das gengivas e da mucosa da bochecha. O resultado também fica pronto no mesmo dia, mas só ele não é garantia de que a pessoa tenha ou não o vírus HIV, portanto, é preciso que o paciente realize um exame de sangue para confirmar o resultado;
  • Testes confirmatórios: são usados quando os testes convencionais e rápidos dão positivo. Eles são solicitados para evitar o caso do falso-positivo, em que a pessoa podia estar com outras doenças autoimunes ou até mesmo com câncer não diagnosticado.

Sintomas do HIV

Sintomas AIDs/HIV como saber se estou com AIDS/HIV

No início da doença, a pessoa não apresenta nenhum sintoma específico capaz de identificar o vírus.
Quando apresenta, é no período de dois a dez anos após a transmissão do vírus.

  • Infecção aguda: a pessoa costuma apresentar febre, mal-estar, indisposição, dor de cabeça e dor nas juntas, porque o corpo entende que está enfrentando uma infecção mais simples;
  • Período assintomático: é o período em que as células de defesa sofrem influência das mutações e multiplicações do vírus e apesar de sofrer essa alteração interna, a pessoa não apresenta nenhum sintoma, por isso é uma fase conhecida por esse nome;
  • Sintomática inicial: devido à imunidade baixa, a pessoa está mais propensa à gripe ou infecções. Além disso, apresenta fraqueza, emagrecimento, anemia, manchas na pele, diarreia, erupções e feridas na pele. E é geralmente nessa fase, em que os sintomas aparecem, é que as pessoas costumam identificar a presença do HIV no organismo;
  • Casos avançados: é o estágio da doença não tratada que acaba evoluindo para a AIDS. Nessa fase a imunidade do corpo está tão baixa que acaba facilitando o aparecimento de doenças oportunistas, como hepatites virais, pneumonia, tuberculose e toxoplasmose, ou até mesmo, pode levar à morte.
Controles de vírus – AIDS HIV

Para saber qual o tratamento mais indicado para cada pessoa e para monitorar a evolução ou não do vírus são realizados os seguintes testes:

  • Contagem de CD4: é um exame feito para monitorar a evolução do vírus HIV, após o início do tratamento com antirretrovirais. Através desse monitoramento, é possível identificar qual a melhor terapia para prevenir as infecções e qual é o tratamento mais indicado para cada tipo de paciente. Quando o nível de células CD4 diminui, é sinal de que o sistema imunológico está enfraquecido;
  • Carga viral: é um teste realizado para detectar a quantidade de vírus presente no sangue da pessoa;
  • Genotipagem do HIV: é um exame utilizado para saber se o tratamento com a terapia antirretroviral está sendo eficiente para o paciente.

AIDS

A AIDS, síndrome da imunodeficiência adquirida, surge após o contato do vírus HIV no organismo juntamente com o não tratamento adequado para impedir a sua proliferação.

Tratamentos

O tratamento deve ser orientado e acompanhado por um médico especialista, que indicará qual o procedimento mais indicado para cada caso específico. Como o HIV ainda não tem cura, a função do tratamento é a de reduzir a transmissão e diminuir a chance de uma evolução para a AIDS.

Antirretrovirais ou ARV é um tratamento universal e disponível no SUS, que impede que o vírus do HIV se multiplique, impedindo assim, que o sistema imunológico enfraqueça.
Mas somente o médico poderá receitar e orientar o paciente sobre as medidas que devem ser tomadas.

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Após receber o diagnóstico da infecção por HIV/AIDS, o paciente deve marcar ou pode ser encaminhado para uma consulta com um Especialista na área de Infectologia. Estou aqui para ajudar a prolongar a vida e manter a qualidade para que sua saúde permaneça praticamente intacta.